Chega de ser macaco de auditório!

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

"Nasce uma Estrela!"

Supernova observada em 1572 Descoberta, por Tycho Brahe, ajudou a tirar Terra do centro do universo.Grupo identifica finalmente a natureza do objeto visto há quatro séculos.

Salvador Nogueira Do G1, em São Paulo

Gravura mostra Tycho Brahe observando a 'nova', em 1572 (Foto: Divulgação)

Em 1572, uma estrela que antes não aparecia no céu passou a brilhar por alguns dias. O famoso astrônomo dinamarquês Tycho Brahe observou o astro e, a partir de suas observações, começavam a ruir os conceitos antigos sobre o céu, que colocavam a Terra no centro do universo. Agora, mais de quatro séculos depois, um grupo de astrônomos conseguiu finalmente identificar o que se passou naquele distante objeto.

Tycho Brahe classificou sua estrela como um novo objeto -- uma "nova", como ele chamou --, mas hoje os cientistas sabem que na verdade esses astros são objetos antigos, que atingem brilho esplendoroso não em seu nascimento, mas em momentos críticos de sua existência. Ainda assim, a nomenclatura permaneceu em parte inalterada -- hoje elas são conhecidas como supernovas.

Ocorre que elas surgem em vários tipos. Algumas são simplesmente estrelas absurdamente imensas (muito maiores do que o Sol) que, ao esgotar seu combustível, implodem sob seu próprio peso. A onda de choque, na direção oposta, produz uma explosão. E é daí que vem o brilho intenso do astro, que dura por alguns dias e depois eventualmente se dissipa. Essas são classificadas como supernovas do tipo II.


Mas, em outras circunstâncias, a explosão ocorre de forma diferente. São os casos em que há duas estrelas muito próximas, uma orbitando ao redor da outra. Elas nem precisam ser muito grandes, mas podem acabar produzindo uma explosão de supernova. Ocorre depois que uma das estrelas esgota seu combustível e morre. Seus restos se transformam numa anã branca -- um objeto extremamente compacto. (Aliás, esse será o destino do nosso Sol, daqui a 6 bilhões de anos.)

Dali em diante, a dinâmica entre os dois astros faz com que a anã branca "roube" massa de sua estrela companheira. Quando a roubalheira atinge uma certa quantidade limite, a anã branca tem o que se poderia caracterizar como uma indigestão cósmica: é incapaz de absorver mais matéria. Isso leva a uma explosão de supernova -- chamada de tipo Ia.

Foto: Divulgação

Imagem obtida em múltiplas freqüências dos restos da supernova de 1572 (Foto: Divulgação)

Essas supernovas, especificamente, são muito úteis: como todas elas atingem o mesmo valor-limite de massa, seu brilho explosivo é exatamente igual. Por conta disso, a distância que elas guardam da Terra pode ser estimada com razoável precisão, justamente porque a potência da explosão é sempre a mesma, e conhecida. Comparando o brilho real e o brilho aparente, os astrônomos obtém uma estimativa da distância.

Foi graças a elas que os astrônomos conseguiram, por exemplo, descobrir que o universo está acelerando sua expansão -- por culpa de uma energia escura, que ninguém sabe o que é.

Mas para identificar o tipo da supernova, o único jeito é ver a "assinatura" contida na luz emitida durante a explosão. Cada tipo tem um padrão diferente.

Tycho Brahe, no século XVI, tinha os equipamentos mais sofisticados de observação celeste de seu tempo. Mas isso não significava muito -- mesmo as lunetas ainda teriam se esperar 37 anos para aportar no cenário astronômico. Com isso, foi impossível ao famoso astrônomo analisar a "assinatura" da supernova de 1572.

Perdida para sempre?

Ao longo dos últimos anos, cientistas apontaram seus potentes telescópios na direção do objeto descrito por Tycho. Sua esperança era ver os "restos" da explosão e com isso tentar interpretar o que pode ter acontecido por lá.

Mas não deu muito certo. Então, começou a surgir a hipótese de que a supernova de Tycho fosse uma do tipo Ia, embora sem muita convicção. Até agora. Num lance de esperteza, o grupo de cientistas alemães e japoneses conseguiu "recuperar" a assinatura da antiga supernova e cravar: ela é mesmo do tipo Ia.

Como?

Eles detectaram o "eco" da luz originalmente gerada pela explosão. A luminosidade direta chegou até a Terra em 1572, quando Tycho a viu, mas a mesma luz pode ter encontrado outro objeto mais distante, que então a refletiu para a Terra. Com isso, ela chegou com um atraso de mais ou menos 436 anos -- justamente o que era preciso para poder ser analisada apropriadamente pelo grupo de Oliver Krause, do Instituto Max Planck para Astronomia, na Alemanha, e de Ken'ichi Nomoto, da Universidade de Tóquio, no Japão.

A equipe conseguiu então extrair a tal "assinatura", a partir de observações feitas no Observatório Astronômico de Calar Alto, na Espanha, e no telescópio Subaru, no Havaí, e confirmar a identidade do astro. Além disso, a análise permitiu "revisar" a distância estimada do objeto -- e ele parece estar mais distante do que se pensava antes. Com a publicação dos resultados, na edição desta semana da revista científica "Nature, tem fim um grande mistério da ciência.

Tycho e sua nova

Apesar de não ter podido identificar exatamente o que era a "nova" de 1572, Tycho fez muito com o que pôde ver. Usando triangulações, ele constatou que a explosão, localizada na constelação Cassiopéia, não poderia ter estar mais próxima da Terra que a Lua. Com isso, começava a ruir o preceito aristotélico de que o céu guardava astros perfeitos e imutáveis, enquanto apenas os objetos que estivessem na chamada esfera sublunar (tudo que estivesse abaixo da Lua) pudessem experimentar modificações marcantes.

Com a queda desse preceito, começavam a ficar evidentes as falhas do modelo antigo do mundo, que colocava a Terra no centro do universo e todo o resto ao seu redor. Era o primeiro passo para a aceitação da teoria de Nicolau Copérnico, que colocava o Sol no centro do Sistema Solar.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

"A beleza é invisível?"


‘As mulheres bonitas são invisíveis. Sua beleza as esconde’
( George O’Hearn [Dennis Hopper] ao Professor Kepesh (Ben Kingsley) No filme ELEGY)
No filme o personagem de Ben kingsley (professor kepesh) Conquista a personagem de Penélope Cruz (Consuela) ao comparar seus olhos e beleza a uma pintura de Goya (MajaVestida).

Depois de ver este filme e ouvir esta frase eu derivei para um conceito global de beleza, não existem só mulheres bonitas, não só palavras bonitas, mas existem várias coisas bonitas neste mundo: Crianças, velhos, moços, carros, lugares...
Se todas elas são invísiveis pois escondem sua essência atrás da beleza eu me pergunto quando as vemos por inteiro?
em que momento deixam de ser bonitas e se tornam só essência?
Se quem o feio ama bonito lhe parece veria este então a essência?
oque define algo como belo? simetria? por que?
na condição de que tudo é relativo e com a velha máxima:
"A beleza está nos olhos de quem vê"
eu ouso concluir que arte é uma forma de expressão que não conhece beleza, só essência e por isso consegue
a personificação da beleza escondida ou uma sobreposição das duas coisas e daí dão-se as mais belas combinações de beleza e essência e então torna-se possível saber que existe um lugar aonde a beleza é visível e palpável!
obviamente é um conceito profundo e filosófico temos nossos padrões e tentamos distinguir, mas será que sabemos?

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Rosa Chá Verão/Summer 2009!



Genteeeeeeeeeeeeeee, vim compartilhar com vocês o catálogo da maravilhosa RosaChá, verão 2009!
Segue abaixo descrição da coleção como consta no catálogo e uma pequena demonstração das fotitas:

A arte comtemporênea brasileira e a referência da Rosa Chá para o verão 09. Escultura, pintura, fotografia e composição são as vertentes exploradas por Amir Slama para construir estampas, texturas e um minucioso trabalho manual. Estes elementos que compõem a arte e as técnicas artísticas utilizadas por Gonçalo Ivo aparecem com sutileza por toda coleção.
O Patchwork ganha nova interpretação com cores mais harmônicas e novas técnicas de aplicações. O beachwear ganhas fitas trespassadas, aplicações de pedraria, bordados e rebordados, Além de metais como argolas e fivelas que concluem os efeitos artesanais.
Os tons verde, laranja, amarelo, fucsia,pink e fumê são as cores fortes da próxima estação. Já os tons neutros e crus, como nude, rose, branco optico, gesso e cinzas contrastam com a paleta multicolorida.
A estamparia é forte: elementos gráficos, pinturas manuais, abstrações, técnicas de fotografias e uma profusão de florais e listras compõem a diversidade estética, que ganham texturas e perspectivas. manchados, tom sobre tom, reaplicações e pespontos apresentam novas posibilidades utilizando tecnicas da estamparia tradicional e digital.
ideais para enfrentar o calor, o algodão, o crepe, o linho e as sedas garantem a fluidez e o volume necessarios as roupas do verão.
A transparencia e leveza do mini stripe, a delicadeza e o leve brilho da palha de seda e o crepe georgette de seda oferecem sensualidade na medida certa, à vestidos, batas e saídas de praia. A sofisticação fica por conta do tecido linho rústico,que na composição, além da propria fibra,mistura seda e fio metalico.
A silhueta é romantica, as formas dos anos70 são evidentes em calças de cós alto ou pantalonas,bem como nos novos kaftans, ora longos, ora curtos como novas propostas de batas. O beach wear, além do trabalho manual, conta com a versatilidade de peças dupla-face e o conforto de tangas com estrutura mais larga. Todas as linhas da rosa chá priorizam a qualidade e o corte impecável.

sábado, 29 de novembro de 2008

Juarez Machado e sua pantomima FANTÁSTICA!

Quem não se lembra de aos domingos entre os anos 70 e 80 assistir no fantástico a esse quadro hipnótico que era o Juarez machado e sua pantomima, eu me lembro muito bem e estava ja inconformada de não poder vê-lo no you tube ou em qualquer outro site de divulgação popular da arte dele, eu nunca mais o ví em qualquer canal que fosse e tinha saudades de verdade de tão significativa forma de interpretação e arte!
então quando o encontrei tratei de colocá-lo no youtube para que TODOS que se interessam por Juarez possam matar as saudades, mas infelizmente o vídeo não tem o formato ideal para ser colocado no youtube porém segue abaixo o endereço onde serápossivel vê-lo em suas perfomances fantásticas (literalmente).
VOILÀ Monsieur Machado:

(clique aqui para assistir ao vídeo)

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

zeitgeist - o Movimento, o filme e o Adendum!

Essa é uma das coisas mais intrigantes que as pesoas sedentas de filosofia, vida e compreenssão do homem pelo homem poderiam digerir, é um movimento mundial que parece ser todo baseado na razão humana oque não é de todo ruim, vale muito a pena entrar no site do Zeitgeist Movement e se interar de tudo, seria isso uma tentativa desesperada do homem que não vê saída? por aqui deixamos os dois filmes cada um com sua duração de 2 horas e toda essa atmosfera de rebelião da humanidade contra sua natureza boa e ruim, contra suas velhas heranças e tradições,todo um conceito novo e um questionamento religioso baseado em fatos, lembremos que religião é coisa de homens, será o nascimento de uma nova religião?

devore pra digerir:



na segunda parte temos o zeitgeist adendum, que tem uma abordagem mais social e portanto deveras interessante também, reserve um tempo para assistir e tire suas próprias conclusões: