Na minha cabeça:
"Felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia". (Gandhi)
"E se o sal perder sua força, com que outra coisa se há de salgar?". (JC)
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
PLOC - Flash back 80's nr 31
| e ai? beleza? |
terça-feira, 10 de novembro de 2009

Tradução: Paulo Afonso
Infantil e Juvenil
ISBN 9788573029482
48 páginas
R$ 26,00
Uma fábula tocante e original que evoca uma lição que todos precisam aprender: viver e amar são tempo bem gasto. Na história de O Viajante, um garoto chamado Charlie tinha uma vida boa, mas não exatamente perfeita. Resolveu então colocar todo o seu tempo em uma mala e iniciar uma viagem para achar uma maneira melhor de gastá-lo. E quando Charlie parou de viajar e se deu conta do que ele realmente queria da vida, era quase tarde demais.
Ele tinha muitos amigos com quem brincar,
inclusive uma garota de sorriso bonito
e um cachorro que o levava para passear.
Mas Charlie não era inteiramente feliz,
pois não achava sua vida perfeita.
Era uma vez um garoto chamado Charlie, que tinha uma vida boa, mas não exatamente perfeita. Ele tinha de passar muito tempo fazendo coisas que não queria. Então, certo dia, colocou todo seu tempo em uma mala, fechou-a bem fechadinha e iniciou uma viagem para achar uma maneira melhor de gastá-lo. Charlie viajou o mundo à procura de algo perfeito para fazê-lo feliz. Enquanto viajava, sem ele saber, seus segundos pequeninos, suas horas lisas e sedosas e seus dias maltrapilhos fazia tiquetaque, tique-taque.
E quando Charlie parou de viajar e se deu conta do que realmente queria da vida, era quase tarde demais. Quase. O Viajante é uma fábula tocante e original evoca uma lição que todos precisam aprender: viver e amar é tempo bem gasto.
Um livro deslumbrante que descreve com simplicidade a complexidade da exigência humana em lidar com coisas tão simples como a vida e seus defeitos....nada é perfeito!
Como diria Fernando Pessoa: "Tudo é disperso , nada é inteiro"
| e ai? beleza? |
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Muro de Berlim - 20 anos!
e os caras ainda ficam perdendo tempo em debater por que o muro caiu, se cairia ou se não cairia, se isso ou aquilo, como dizia minha vó SE mora atrás da porta da cadeia, ou dito de outra forma do outro lado do muro.
Poesia pra queda do muro é tudo que me vem a cabeça agora:
Alivio Imediato (Engenheiros do Hawai)
O melhor esconderijo, a maior escuridão
Já não servem de abrigo, já não dão proteção
A Líbia é bombardeada, a libido e o vírus
O poder, o pudor, os lábios e o batom (2x)
Que a chuva caia
Como uma luva
Um diluvio
Um delírio
Que a chuva traga
Alivio imediato
Que a noite caia
De repente caia
Tão demente
Quanto um raio
Que a noite traga
Alivio imediato
Há espaço pra todos, há um imenso vazio
Nesse espelho quebrado por alguém que partiu
A noite cai de alturas impossíveis
E quebra o silencio e parte o coração
Há um muro de concreto entre nossos lábios
Há um muro de Berlim dentro de mim
Tudo se divide, todos se separam
Duas Alemanhas, duas Coreias
Tudo se divide, todos se separam
Que a chuva caia
Como uma luva
Um diluvio
Um delírio
Que a chuva traga
Alivio imediato
De repente caia
Tão demente
Quanto um raio
Que a noite traga
Alivio imediato
| e ai? beleza? |
sábado, 7 de novembro de 2009
Filmes Inesquecíveis
HAIR (1979)
"I got all that I need"
I got life, mother
I got laughs, sister
I got freedom, brother
I got good times, man
I got crazy ways, daughter
I got million-dollar charm, cousin
I got headaches and toothaches
And bad times too
Like you
I got my hair
I got my head
I got my brains
I got my ears
I got my eyes
I got my nose
I got my mouth
I got my teeth
I got my tongue
I got my chin
I got my neck
I got my tits
I got my heart
I got my soul
I got my back
I got my ass
I got my arms
I got my hands
I got my fingers
Got my legs
I got my feet
I got my toes
I got my liver
Got my blood
I got my guts (--I got my guts--)
I got my muscles (--muscles--)
I got life (--life--)
Life (--life--)
Life (--life--)
LIFE
| e ai? beleza? |
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
PLOC - Flash back 80's nr 30
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