Chega de ser macaco de auditório!

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

"A beleza é invisível?"


‘As mulheres bonitas são invisíveis. Sua beleza as esconde’
( George O’Hearn [Dennis Hopper] ao Professor Kepesh (Ben Kingsley) No filme ELEGY)
No filme o personagem de Ben kingsley (professor kepesh) Conquista a personagem de Penélope Cruz (Consuela) ao comparar seus olhos e beleza a uma pintura de Goya (MajaVestida).

Depois de ver este filme e ouvir esta frase eu derivei para um conceito global de beleza, não existem só mulheres bonitas, não só palavras bonitas, mas existem várias coisas bonitas neste mundo: Crianças, velhos, moços, carros, lugares...
Se todas elas são invísiveis pois escondem sua essência atrás da beleza eu me pergunto quando as vemos por inteiro?
em que momento deixam de ser bonitas e se tornam só essência?
Se quem o feio ama bonito lhe parece veria este então a essência?
oque define algo como belo? simetria? por que?
na condição de que tudo é relativo e com a velha máxima:
"A beleza está nos olhos de quem vê"
eu ouso concluir que arte é uma forma de expressão que não conhece beleza, só essência e por isso consegue
a personificação da beleza escondida ou uma sobreposição das duas coisas e daí dão-se as mais belas combinações de beleza e essência e então torna-se possível saber que existe um lugar aonde a beleza é visível e palpável!
obviamente é um conceito profundo e filosófico temos nossos padrões e tentamos distinguir, mas será que sabemos?

Um comentário:

Andre Bressan disse...

Li no Leap Over a Wall, do Eugene Peterson, no capítulo Beaty, uma diferença importante entre bonito e belo. Segundo o Eugene, bonito é tudo o que é provido de plástica, de harmonia e proporções. Belo, é o que nos evoca inspiração, alguma emoção de elevo. Por isso, talvez, a beleza esteja no olho de quem vê. Talvez por isso, a beleza da arte, esteja no apreciador da arte. Por isso talvez diga João que "se seus olhos estão em luz, todo o seu corpo está em luz, se seus olhos estão em trevas, todo o seu corpo estará em trevas".

A vida não deixa de ser uma peça de arte, para quem a sabe apreciar.

É como o vinho: pode nos embriagar pelo vício, ou pode dar um sorriso de extase no apreciador instruido.

bjs, bela madrecita.

Andre.