Chega de ser macaco de auditório!

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sábado, 5 de dezembro de 2009

O Teatro Mágico!



O Teatro Mágico é um grupo musical brasileiro formado em 2003 na cidade de Osasco, São Paulo. O TM é um projeto que reúne elementos do circo, do teatro, da poesia, da música, da literatura e do cancioneiro popular tornando possível a junção de diferentes segmentos artísticos num mesmo espetáculo.

História

O Teatro Mágico foi criado por Fernando Anitelli, ator, músico e compositor das canções do show. A trupe que o acompanha, foi formada em dezembro de 2003 por amigos e artistas que acreditaram no projeto. De forma independente, sem apoio de gravadora ou campanhas midiáticas, já alcançaram números que muitas bandas "consagradas" não conseguiram ainda. O boca a boca e a Internet foram fundamentais na divulgação do trabalho, cada vez mais conhecido e respeitado, se consolidando como uma das bandas mais importantes da cena independente do Brasil.

Em 6 anos de história, foram mais de 500 shows realizados, média de 1.000 pessoas por apresentação, dois álbuns de estúdio lançados, Entrada para Raros e O Segundo Ato, com mais de 26.000 discos vendidos e um DVD Entrada para Raros - Ao Vivo.

Inspiradas nas obras de Hermann Hesse, escritor alemão ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, as composições tratam dos personagens que as pessoas precisam assumir nas diversas situações do cotidiano. As canções vão sendo intercaladas pelo traçado tecnológico de ruídos telefônicos, sinais de rádio e mensagens de voz. Os integrantes da trupe se apresentam maquiados e vestidos de palhaço, que trazem a idéia do "personagem interno" escondido em cada um de nós.

"Quando eu li sobre o Teatro Mágico do Hesse, percebi que era justamente aquilo que eu gostaria de montar: um espetáculo que juntasse tudo numa coisa só, malabaristas, atores, cantores, poetas, palhaços, bailarinas e tudo mais que a minha imaginação pudesse criar. O Teatro Mágico é um lugar onde tudo é possível" conta.

Em cena, Anitelli revela uma expressão cênica incrível seja declamando versos, cantando ou fazendo performances. " Quando estou no palco, faço questão de frisar que aquele ali sou eu, não é um palhaço ou outro personagem qualquer".

Apesar de envolver várias expressões artísticas, a linguagem musical e cênica é popular e acessível para todo tipo de público, independente de idade e classe social.

Embalando todas as canções, destacam-se: violões, violino, guitarra, baixo, percussão, flauta, DJs, gaita, xilofone, bateria, bandolim e sonoplastia. São 10 músicos e 3 artistas circenses, e algumas participações esporádicas como a da percussionista Simone Soul (Funk Como Le Gusta) e de alguns músicos do grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado, que também participaram da gravação do CD.

Em 19 de abril de 2008, o grupo se apresentou no programa Altas Horas, da Rede Globo, com uma apresentação circense, o grupo cantou "Camarada d’água" no programa[2]. Em 18 de Junho de 2008, três anos depois do lançamento de seu primeiro álbum, O Teatro Mágico fez o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, intitulado O Teatro Mágico: Segundo Ato[3][4].

No dia 28 de março de 2009, voltaram a se apresentar no programa Altas Horas, cantando duas canções do novo álbum, "Pena" e "Mérito e o Monstro".

Fernando Anitelli

Discografia

Álbuns de estúdio

Ano Título Formato
2003 O Teatro Mágico: Entrada para Raros CD
2008 O Teatro Mágico: Entrada para Raros - Ao Vivo DVD
2008 O Teatro Mágico: Segundo Ato CD

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Nota sobre RW no David Letterman



Quem ja ouviu a expressão
"o ataque é a melhor defesa"
foi isso que ele fez, e o Brasil é tão risível gente, amo meu País, mas que dá margens a piada dá.
Não achei legal a postura dele, mas vendo-o como comediante e não sendo brasileiro por que haveríamos de esperar deste ser humano alguma condecendência?
ele precisava fazer alguma piada e o assunto em voga era esse, ele fez!
se fosse a guerra ou alguma medida do governo americano ele o faria, foi momento, nada pessoal!
I am almost Sure!
kiss ya all.....

Só para relembrar foi esse mesmo RW quem fez a campanha "Celebre a humanidade" das olimpiadas de Sidney:

Sessão da tarde!

vou aqui trazendo as minhas impressões de coisas que meus olhos têm visto quando não estão dormindo!
Este filme "saving Silverman" (em português "Mulher Infernal" de 2001 ) uma comédia muito louca, das boas com humor inteligente, rí de gargalhadas, demais!
Na parte a seguir o treinador chega a porta e pede a eles que o deixe usar o banheiro, eles dizem estar fazendo economia de água e que por esse motivo estão usando a grama, o treinador acha a idéia ótima e vai, depois pede papel higienico eles dizem não ter e ele então diz que vai se virar (pega as cartas na caixa de correio) afo filme todo é bem engraçado!





Mulher Infernal

 (Copyright © 2001 Columbia Pictures Industries, Inc. All Rights Reserved.)

No filme Mulher Infernal, dois amigos fazem de tudo para evitar que seu colega de banda, Darren Silverman (Jason Biggs), se case com a manipuladora e odiosa Judith (Amanda Peet).

A comédia conta com um excelente elenco: Steve Zahn (Joy Ride), Jason Biggs, Amanda Peet, o indicado ao Globo de Ouro Jack Black e um ícone norte-americano da música, Neil Diamond. Dirigido por Dennis Dugan, o filme tem roteiro de Hank Nelken e Greg DePaul, que haviam trabalhado juntos no filme Sweethearts (1996).

Sinopse

Darren Silverman (Jason Biggs), um homem terrivelmente infeliz no amor, vê sua sorte mudar ao conhecer Judith (Amanda Peet), uma atraente psicóloga que esconde sua verdadeira natureza de “devoradora de homens”.

Conscientes da situação, Wayne (Steve Zahn) e J.D (Jack Black), amigos inseparáveis e companheiros da banda de Darren, fazem de tudo para que ele não se case com Judith.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Must Read!


na lista dos livros que não dá pra deixar de ler :

O Lobo Da Estepe
(Hermann Hesse)


O Lobo da Estepe é a história de um intelectual cinqüentão vivendo em plena desvairada década de 1920 que, após abandonar a regrada vida burguesa, se entrega à dissipação da vida boêmia dos bares, dos salões de dança onde aprende o jazz, e das elegantes cortesãs.

O erudito Harry Haller vive o tempo toda a tensão entre a vida sublime de seus grandes poetas e músicos - Goethe e Mozart, mormente, com os quais inclusive tem encontros imaginários ? a vida da alta cultura, do espírito, dos Imortais, e a vida das profundezas da superficialidade, do sensual, da carne, a que é conduzido por Hermínia, mulher da noite que conhece em um bar e alter ego de um amigo de infância que muito o impressionou. Vive, portanto, atraído por dois pólos magnéticos opostos, um representado pela vida noturna, pelo álcool, pelos cigarros, pelo jazz, pelas meretrizes e pelo despertar ao meio dia; o outro pela vida ascética, diurna, tranqüila, de jardins bem cuidados da família burguesa vizinha que admira logo no primeiro capítulo como alguém que sente nostalgia por um paraíso perdido.

Mas, em verdade, sabe que viver burguesamente é viver na mesma terra mediana em que vive. O burguês vive dividido entre a atração da vida do santo e a vida do libertino, do espírito e da carne, não conseguindo superar a medianidade e entregar-se completamente a um dos dois pólos radicais. O Lobo da Estepe, conforme explicado no "Tratado do Lobo da Estepe", pertence à burguesia, não consegue superá-la, daí seu misto de apreço e desprezo pela vida burguesa. Harry entrega-se à dissipação querendo superar a mediocridade burguesa, quer uma transcendência, ainda que pelos "martírio da carne", mas não tem força bastante para esta libertação, daí a sua atração pela vida burguesa quando sente-se aprofundar demais na vida do libertino.

Porém, para além da dupla personalidade, Haller descobre ter mil almas, que além dos dois pólos pelos quais se sente atraído, uma infinidade de pulsões interiores e exteriores atua sobre o seu ser, engendrando múltiplas personalidades, mal contidas pela frágil unidade de seu ego. Mas Haller admite no delírio final do romance a coordenação das mil almas, mil personalidades em torno de um eixo central que dá unidade à pluralidade de personas

Enquanto outro grande livro de Hesse, Demian, é um romance de formação da personalidade, o Lobo da estepe é um romance que narra a desintegração da personalidade num homem maduro, ou quiçá o fracasso ou a resignação ante a impossibilidade de formação de uma personalidade coesa e sólida na voragem de um tempo de transmutação de valores, de fragmentação e velocidade. Haller vive entre as trevas e a luz, o sensual e o espiritual, o moderno e a tradição, o profano e o sagrado, numa interminável e aguda crise. Não é feliz. A certa altura, no clímax de uma sensual festa de máscaras, imerso na multidão, já desfigurado, sem passado, sem face, sem personalidade, sente seu ego, sua individualidade dissolvida na unio mystica da alegria. Harry Haller experimenta uma espécie de transcendência espiritual às avessas.
O livro parece deixar uma conclusão pessimista quanto à possibilidade de formação da unidade pessoal. Mas Hesse, em nota de 1961 para uma reedição do romance, diz que não descarta no romance a esperança oculta de uma síntese transcendente, que integre o santo e o libertino, o que parece estar prefigurado na demonstração da unidade oculta das mil almas no capítulo final da obra.

Este livro descreve a ambiguidade e os vários modos de existir (como diria Clarice) que encontro em mim (e talvez alguns encontrem em sí mesmos) MAGNÍFICO!

A liberdade mora ao lado! de quem?



"...Se você quiser ir só um pouquinho mais fundo, poderíamos falar sobre a natureza da própria liberdade. Será que liberdade significa que você tem permissão para fazer oque quer? Ou poderiamos falar sobre tudo o que limita sua liberdade. A herança genética de sua família, seu DNA específico, seu metabolismo, as questões quânticas que acontecem num nível subatômico onde só eu (Deus) sou observador sempre presente.
Existem as doenças de sua alma que o inibem e amarram, as influências sociais externas, os hábitos que criaram elos e caminhos sinápticos no seu cérebro. E há os anúncios, as propagandas e os paradigmas. Diante dessa confluência de inibidores multifacetados, oque é de fato liberdade?"

(trecho do livro "A Cabana" de William P. Young)

Diante desta constatação posso concluir que a liberdade mora do lado de dentro de nós!
liberte-se , você é livre para pensar!