Chega de ser macaco de auditório!
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Maravilhosas Mulheres
ISADORA DUNCAN

Isadora Duncan tornou-se uma personalidade marcante do século XX. Precursora da Dança Moderna, repudiou as técnicas do Balé clássico, deixando-se levar por movimentos expontâneos, criando vigoroso e livre estilo pessoal. Correndo como uma bacante, com túnicas vaporosas, os pés descalços e os cabelos semi-soltos, libertou a arte suspensa há séculos nos vasos gregos do Louvre, que lhe serviram de fonte de inspiração e evocação do espírito dionísiaco.
Norte-americana, nascida em São Francisco em 1877, Isadora partiu para a Europa em 1899 buscando afirmar-se como dançarina. Arrebatada pelas obras de Beethoven e Wagner e pelas imagens da Grécia Antiga, alcançou grande sucesso em Paris em 1902, ao apresentar-se no Teatro Sarah Bernhardt, iniciando uma série de triunfos que lhe dariam notabilidade mundial. Em agosto de 1916, aos 38 anos de idade, Isadora Duncan apresentou-se no Brasil no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
O desastre e afogamento de seus dois filhos em 1913 e o suicídio de seu ex-marido, o poeta russo Sergei Esenin (1895-1925), martirizaram Isadora até sua morte em Nice a 14 de setembro de 1927, quando sua longa echarpe, durante um passeio de automóvel, terminou por se enrolar em uma das rodas do conversível, sufocando inesperadamente sua trágica e gloriosa existência. "Está de luto a graça do mundo! Isadora Duncan (...) desapareceu com as linhas predestinadas do seu corpo e o abençoado condão de sua arte"
Fonte: Revista da Semana, Rio, 1927.
Inês de Castro
"Agora é tarde, Inês é morta". Poucos são os que nunca ouviram ou mesmo disseram essas palavras. No entanto, poucos também são os que têm conhecimento da origem da frase. Quem é essa Inês? Como ou quando morreu?
Dama da corte portuguesa nascida em Castela, cujo drama que a levou à morte, assassinada por motivos políticos, foi imortalizado por Camões em Os lusíadas. Filha ilegítima de um nobre da Galícia, foi para Portugal (1340) como dama de honra de D. Constança, filha do infante espanhol D. Juan Manuel, quando esta se casou com o príncipe herdeiro D. Pedro, filho do rei de Portugal, D. Afonso IV. Na corte tornou-se amante do príncipe herdeiro, que após a morte de Constança (1345), apesar da oposição do rei, casaram-se secretamente. O casal teve quatro filhos e essas crianças e mais a presença em Portugal de seus irmãos Alfonso e Fernando, provocaram intrigas na corte e alimentaram a suspeição do rei D. Afonso, que temia pelos direitos sucessórios de seu neto Fernando, filho de Constança. Numa das ausências de Pedro, conspiradores prenderam-na em Coimbra e o rei ordenou a execução, morte lamentada por Camões e que demonstrou sua indignação em versos imortais. Quando Pedro subiu ao trono (1357) desencadeou sua vingança e mandou executar todos os matadores de sua amada, além de ordenar que os restos mortais dela fossem transportados do mosteiro de Santa Clara para Alcobaça, com pompas reais. O seu drama tornou-se tema de inúmeras peças de teatro, e de outras artes, como a pintura, imortalizando-a como personagem de uma história real de amor.
Este é um dos mais célebres episódios da nossa História e é um dos mais recordados por escritores nacionais e estrangeiros. A "Linda Inês" ultrapassou as nossas fronteiras, existindo muitas obras, em prosa e em verso, em teatro e em cinema, na ópera, no bailado e na pintura, o que prova a paixão exercida, pelo tema, sobre poetas historiadores, músicos e artistas plásticos.
Fonte: Vários.
Pintura: "Súplica de Inês aos seus algozes" Pintor Francisco Vieira (1765-1805)
sábado, 6 de setembro de 2008
Lady Godiva!

seu nome deriva do anglo-saxónico Godgifu, "presente de Deus".
Antes de virar marca de chocolate, Lady Godiva era uma lenda.
Diz a lenda que entre os anos 968-1057, na Inglaterra, na região de Coventry, havia um rei, Leofric III, que cobrava pesados impostos de seu povo. Sua mulher, Lady Godiva, implorava ao marido que fosse mais humano com seus súditos. Ele não cedia. E um dia, como ela tornasse a insistir, ele fez uma contraproposta, evidentemente, para humilhá-la e mostrar uma vez mais seu poder sobre o povo. Que ela desfilasse nua sobre um cavalo pela cidade e ele aboliria os impostos excessivos.
Pois a Lady aceitou o desafio. O marido, aparentemente liberal, era, no entanto, ciumento, e botou uma condição: ninguém poderia vê-la desfilar nua, todas as portas e janelas deveriam estar trancadas. E no dia ansiado, lá estava Lady Godiva sobre o cavalo ondeando suas formas, oferecendo sua nudez real e imaginária, posto que ninguém deveria ou poderia vê-la. Mas como em toda lenda, há um transgressor; e um certo Peeping Tom resolveu fazer um buraco na janela de sua casa para ver a nudez real passar. Dizem que é daí que veio a expressão "peeping tom" em inglês, significando o voyeurista, O fato é que o cidadão curioso foi punido com a cegueira e lady Godiva conseguiu oque queria de seu marido além do respeito por lutar por suas convicções.
Fonte: O globo
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Simplesmente tudo de bom!

Visitei por acaso um blog, loja virtual ou portal dos desejos, chamado Antes de Paris e devo admitir que geralmente esperamos o grande efeito para depois de Paris, mas o depois nunca será bom se o Antes não for ótimo, certo?
então, Antes de mais nada visite o blog, a loja ou o limbo ou qualquer que seja a descrição para o escândalo que é aquele site e veja que bom gosto é dom sim!
Ai Ai, se antes de paris é assim, imagine depois...